Campanha quer incentivar maior sustentabilidade no trânsito

Campanha Motoristas Sustentável dá dicas de ações para os motoristas e empresas que são sustentáveis

A Campanha Motorista Sustentável, idealizada pelo jornalista e cineasta Sergio Lerrer (responsável pela 18 Cinema e Marketing), quer diminuir o impacto do trânsito no meio ambiente, principalmente na cidade de São Paulo. O objetivo é fazer os motoristas perceberem os hábitos que podem mudar para serem mais sustentáveis. Para isso, será lançado o Guia do Motorista Sustentável, apresentando empresas do setor que apresentam projetos relacionados ao meio ambiente, para que os motoristas possam fazer escolhas mais conscientes.

Para Sergio, cinco ações já podem deixar os carros mais sustentáveis. Veja as dicas:

01. O motorista deve se certificar de que os locais de descarte dos resíduos do seu como, como óleos, pneus e peças, tenham realmente como destino final a reciclagem. “É necessário se informar sobre a idoneidade dos estabelecimentos em que acontece o descarte. Essa é uma das formas de induzir o prestador de serviços ao compromisso de realmente efetuar o descarte de maneira responsável”, comenta Sergio.

02. Seja obsessivo na regulagem do carro, já que, quando funciona de maneira correta, o veículo terá a menor emissão de poluentes possível.

03. Faça sempre a manutenção preventiva. Segundo a explicação de Sergio, “é mais barata e aumenta a longevidade das peças”.

04. Opte por lava-rápidos e postos de lavagem que se comprometam com o uso econômico da água. E, quando lavar em casa, tente ao máximo possível economizar água.

05. Sempre que possível, deixe o carro em casa e caminhe, pegue uma carone ou use o transporte público. “É importante saber que andar de carro é usar espaços públicos e ter consciência da necessidade de não ser abusivo neste uso”, explica Sergio.

Capa do Guia do Motorista Sustentável, que começa a circular no dia 22 de novembro (Foto: Divulgação). Clique para aumentar.

A campanha Motorista Sustentável também fiscalizará os estabelecimentos e dará um selo para indicar aqueles que praticam ações sustentáveis, fornecendo para um consumidor mais um subsídio para a escolha.

Ainda para Sergio, é importante que as práticas sustentáveis sejam ensinadas já nas auto escolas: “Incutir novas ideias na cabeça do motorista depois de anos de prática pouco sustentável é muito difícil. O brasileiro está acostumado com a abundância e, pior, com o interesse individual. Ele dirige como gosta e quer, independentemente de estar usando adequadamente ou não o bem urbano e o espaço público, que são coletivos. Ele acredita que pode gastar os recursos naturais como bem entende e que sempre haverá formas de repô-los por um certo preço. O Brasil é um país de grandes recursos naturais, mas eles são finitos, como todos. As pessoas precisam entender isso: que precisam mudar seus hábitos, a fim de não continuar fazendo um uso predatório do meio ambiente não renovável”.

A estimativa é que a campanha entregue de 50 mil a 70 mil Guias do Motorista Sustentável em São Paulo, durante 120 dias, a partir de 22 de novembro.

Fonte: Atitude Sustentável

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Roupas sustentáveis para crianças

Quer opções de roupas infantis mais sustentáveis? Que tal camisetas feitas com tecido composto em 50% por PET reciclada e 50% algodão? Feitas pela ZonaECO, cada camiseta conta com aproximadamente duas garrafas.

Para a produção das camisetas, as garrafas são recolhidas (normalmente por catadores), separadas por cor e trituradas. O plástico granulado é então fundido a 300ºC. Nesse momento, são retiradas as impurezas presentes e então feita uma fibra, que é usada para a produção do fio. Esse fio pode ou não ser misturado com outros tecidos, como o algodão.

As camisetas custam a partir de R$ 24,99 e podem ser adquiridas direto no site da marca. zonaeco.com.br.

 

Fonte: Atitude Sustentável

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Projeto forma rede de empréstimos de bike sem custos em São Paulo

Que tal ser o zelador de uma bike? Há quatro meses começou em São Paulo o projeto Coletivas, cujo lema é: “Bicicleta parada não leva a nada”. Se você tem uma bike parada e sem uso, pode doar. Ou então, pode colocá-la à disposição de uma rede de empréstimos quando não estiver usando. Doação de peças e ajuda com mão-de-obra voluntária em consertos e ajustes também são bem-vindas.

O projeto não tem uma sede, nem pessoas contratadas. Tudo funciona de forma colaborativa, inclusive com a realização de oficinas para reparos nas bikes. Em entrevista para o Bike Pedal e Cia, Fabrício Muriana, um dos idealizadores do Coletivas, disse que “há uma demanda latente por pessoas que começaram a pedalar e um estoque de bicicletas paradas muito grande. Só não está centralizado em algum lugar online”.

O projeto não envolve dinheiro, nem tem essa intenção. As trocas são baseadas na confiança, o que gera uma via de mão dupla. Quem pega emprestado, por exemplo, pode fazer algum reparo, calibrar os pneus ou mesmo devolvê-la mais limpa do que pegou. “Esse seria o pagamento pelo uso, o que ajudará a custear sua manutenção e estabelecerá uma relação de responsabilidade e de mais intimidade com aquela bicicleta”.

O zelador é a pessoa responsável justamente por zelar por uma das bikes. É o responsável por guardá-la e combinar o empréstimo com o usuário interessado. Os detalhes são conversados entre as duas partes envolvidas: tempo de uso, manutenção e local onde serão guardadas são questões combinadas em cada caso.

Cada bike tem um nome (Chiquinha, Amarelinha…). Essa “personificação” faz com que não elas sejam apenas um número. A ideia é criar o sentimento de pertencimento coletivo pelas bicicletas, as protagonistas do projeto. Com o tempo, cada bike terá um “perfil” virtual, com resumo, fotos, histórias e depoimentos que servirão como referência para quem quiser utilizar o serviço.

A primeira doação, de 11 bicicletas, veio de um condomínio no bairro da Vila Mariana. E você, pensou em como pode participar?

 

Fonte: Superinteressante

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Facebook construirá data center próximo ao Ártico para economizar energia

Você já parou para pensar na quantidade de energia que os data centers do Facebook gastam para que, todos os dias, possamos postar em nossos murais, compartilhar fotos e informações com os amigos e “cutucar” quem bem entendemos? A vida social da população do planeta está custando caro ao meio ambiente, mas uma nova medida anunciada pelo Facebook está prestes a diminuir seu impacto ambiental no planeta: o próximo data center da empresa será construído em uma fazenda no nordeste da Suécia, próximo ao Círculo Polar Ártico.

Conhecida como Lulea, a região tem clima subártico – em outras palavras, lá faz muito frio! – e, portanto, dispensará o uso de aparelhos de ar-condicionado para garantir que os equipamentos do data center não aqueçam e funcionem plenamente. Afinal, a refrigeração será natural.

E a sustentabilidade do novo centro de dados do Facebook não para por aí: o servidor que ficará em Lulea funcionará 100% a base de energia limpa, produzida a partir do rio Lulea – diferente dos outros data centers da empresa, que funcionam a partir da queima de carvão.

O projeto, que ainda não tem custos claramente definidos, ocupará uma área de 27 mil m² e servirá aos usuários europeus do Facebook. Ou seja, por enquanto, os brasileiros terão que continuar convivendo com a culpa de contribuir para às mudanças climáticas toda a vez que acessarem o site de relacionamentos. Mas, talvez, não por muito tempo, já que o Facebook afirmou ter a intenção de construir mais data centers no estilo deste novo projeto. Será?

Fonte: Superinteressante

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Bicicleta de plástico reciclado produzida no Brasil

Que tal uma armação de bicicleta produzida a partir de plástico de garrafas PET, embalagens de shampoo e peças de geladeira? Pelo menos a 2.500 pessoas essa ideia interessa. Elas estão numa lista de espera para adquirir uma bike de quadro reciclado que é fabricada, sob encomenda, em São Paulo. Essa bicicleta é mais resistente, flexível e barata. Isso porque o plástico não enferruja, amortece naturalmente e sua fabricação transforma resíduos sólidos em um novo produto.

A invenção é do artista plástico uruguaio Juan Muzzi, radicado no Brasil. Ele estuda a fabricação desse modelo há doze anos, investindo dinheiro próprio. Há um ano e meio o molde final ficou pronto. A partir de novembro os primeiros exemplares serão distribuídos. “Tenho a patente da primeira bicicleta de plástico reciclado do mundo”, diz.

Para fabricá-las, Muzzi conta com o trabalho de algumas ONGs que recolhem sucata e vendem para uma empresa que granula o material. Os grãos são vendidos para a Imaplast, empresa de moldes que Muzzi dirige. Também é possível que o próprio interessado leve o material reciclável. No processo de produção, o plástico granulado entra em uma máquina e é injetado no molde de aço. “Cada quadro demora dois minutos e meio para ser fabricado e, se for feito só de PET, usa 200 garrafas”, explica o empresário.

A maioria das encomendas – elas devem ser feitas pelo site MuzziCycles* – pedem os quadros, apenas. Cada um custa R$ 250. Mas também é possível comprar a bicicleta completa, que pode chegar a R$ 3 mil. Estados Unidos, Alemanha, México e Paraguai já demostraram interesse em encomendar magrelas de plástico reciclado. Um modelo infantil começa a ser produzido no ano que vem. E mais: “Em maio começamos a fazer um modelo de cadeira de rodas. Mas nesse caso vamos doá-las. A pessoa só terá de trazer o material plástico”, conta Muzzi.

 

Fonte: Superinteressante

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Lâmpada de papel pode ser opção mais sustentável do mercado

A Eco Light, do designer Tien_Ho Hsu é premiada e pode ser vendida em breve

Pensando em mudar completamente a maneira com que as lâmpadas são feitas, o designer Tien-Ho Hsu apresentou para o concurso de otimização de energia e iluminação Lite-On Award 2011 uma proposta bem diferente: lâmpadas feitas de papel. O produto foi premiado e considerado viável e sustentável, podendo ser uma alternativa às lâmpadas usadas hoje.

O produto é feito com o mesmo formato que as lâmpadas tradicionais feitas de bulbo de vidro e filamento de tungstênio. O sistema criado pelo designer faz com que o calor não prejudique o papel, diminuindo os gastos com partes metálicas e de vidro. Além disso, como o produto pode ser vendido desmontado, seria possível economizar também espaço de estocamento e transporte, além do material não ser tão frágil quanto os modelos de vidro.

Depois do uso, a parte de papel pode ser encaminhada para reciclagem. O produto ainda não tem previsão de entrada no mercado, mas o prêmio mostra que o produto é viável para utilização e venda.

 

Fonte: Atitude Sustentável

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Arquiteta Ana Lúcia Siciliano indica 8 produtos sustentáveis para a decoração

Revestimentos, móveis e outros objetos podem usar matérias-primas e processos de produção mais sustentáveis

Pensando em criar um ambiente mais sustentável na sua casa e não sabe como? Para ser sustentável, é preciso respeitar os aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais, além de saber consumir de maneira correta e consciente, sem desperdícios. Por isso, produtos que respeitem uma série de cuidados sustentáveis podem ajudar na criação de um ambiente.

A arquiteta Ana Lúcia Siciliano, arquiteta e consultora que trabalha com sustentabilidade, comenta que a busca por sustentabilidade é um processo coletivo e que cada vez mais as pessoas procuram essas características:

“Os clientes já sabem que o escritório procura desenvolver os projetos com solução dentro do possível no viés da sustentabilidade, sendo assim estão abertos a novas ideias, sugestões e até mesmo os que desconhecem o assunto se interessam em saber e aplicar novas técnicas e soluções. Mas ainda tenho muita dificuldade, pois os fornecedores no geral nem sempre sabem precisar os índices de reutilização, aplicabilidade e emissões de seus processos produtos o que dificulta nas informações sobre a vida útil do material e a melhor forma de especificação”, explica Ana Lúcia.

Ana Lúcia acredita ainda que é importante saber detalhes sobre os produtos, como o material que é feito e o processo de fabricação, para saber se ele é realmente sustentável. “Por exemplo, se você consome um produto feito em madeira de reflorestamento, mas os fabricantes não se preocupam com o bem-estar dos funcionários e os deixam trabalhando em péssimas condições, a peça perde o seu valor. A sustentabilidade envolve todo o processo, desde a origem da matéria-prima ao modo de fabricação”, afirma Ana Lúcia.

Veja a lista de produtos e marcas sustentáveis que Ana Lúcia indica (os números correspondem às imagens na lateral da matéria):

01. O Revestimento Sénipierre, da Bricolagem Brasil, é feito com pó de pedra e dispensa a adição de solvente na composição.

02. O tapete é feito pela designer Francesca Alzati, reaproveitando placas de tapetes do mundo inteiro, novos ou antigos, em uma única peça. O Goltchin Color pode ser encontrado na By Kamy.

03. O Balanço Thai Bamboo é feito em bambu, matéria-prima ecológica, e pode ser encontrado na Bali Express.

04. A poltrona é feita em madeira timbaúva e peroba provenientes de demolição. A peça pode ser encontrada naEspaço 204.

05. O abajur é feito em resíduo de canela maciça com cúpula de seda mista. A peça é da designer Monica Cintra.

06. O revestimento de parede é feito com cabos de vassouras elaboradas em madeira de reflorestamento, na Mosarte.

07. A cristaleira C-56, de Maurício Arruda, foi produzida com caixas plásticas comuns no transporte de alimentos em feiras livres. Pode ser encontrada na Carbono.

08. O pendente Taboa é resultado de uma parceria com a ONG Orienta Vida. O material utiliza a técnica de cestaria, tipicamente brasileira. O produto pode ser encontrado na Bertolucci.

Mais informações? Confira o site da arquiteta Ana Lúcia Siciliano ou entre em contato pelo telefone (11) 3044-6555

Fonte: Atitude Sustentável

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